O Varejo é um segmento do mercado que produz grande parte da liquidez das agência de propaganda. Mas o que isso significa? E quais as implicâncias mais atuais nas dinâmicas dos negócios que são tocados por essa linha de atuação comercial?
Confira no http://www.mundodomarketing.com.br/materia.asp?codmateria=77
Abraço a todos,
Duda Bastos
Obs: A peça exibida é de minha autoria e foi criada recentemente para a Senhorita Rosa. A fotografia é do banco de imagens da Coleção Outono-inverno 2008 da Iódice.

19 comentários:
A CASE DO GAROTO BOMBRIL
Foi um personagem que entrou para a história da propaganda e fugindo completamente do padrão de beleza nacional. O ator Carlos Moreno incorpora, desde 1978, o maior fenômeno da publicidade, lançado por Francesc Petit e Washington Olivetto, da DPZ. Foi quando as donas de casa descobriram as vantagens de aceitar a sugestão daquele garoto “engraçado” e comprar o lava-louças Bombril. O case tem mais de 20 anos e está registrado no Guiness Book, como um dos comerciais de maior longevidade na publicidade internacional. A grande receita de sucesso desta case é o TALENTO.
O CASE DO BAIANINHO - CASAS BAHIA
O personagem foi criado pela propria agëncia interna da Casas Bahia ( Interjob ) em 1970, O mascote da maior rede varejista do país surgio para representar a integracao do Brasil dentro das Casas Bahia, Utilizando entaum um chapeu nordestino e bombachas gauchas, sendo que ate hoje o mascote faz parte dos comerciais da Casas Bahia uma empresa que investe muito em propaganda, caracterizando o seu mascote com chuteiras durante a Copa do Mundo, e tambem aparecendo na transmissao dos desfiles das escolas de samba aparecendo como animacao grafica. Desde entao, o personagem ja passou por seis reformulacoes, a cada campanha ele vem mudando, junto com o Mascote tambem surgiu o slogan da rede: "Dedicacao toral a voce!" . O mascote fez sucesso, tanto que ate hoje ele e utilizado...
Obs: Duda ta sem a acentuacao pois estou num MAC do laboratorio e pra piorar ta com teclado ABNT =\ Abraco
O início da comercialização do produto no país data de 1923, quando ainda se chamava Molíco (com i acentuado) e era leite puro de vaca, ou seja, um leite não modificado, do qual foi simplesmente extraída a água. Molíco, fabricado na Argentina e envasado nas fábricas de Araras e Barra Mansa, seria conhecido como o leite em pó da Nestlé, até seu sucessor, o Ninho Integral, herdar tão nobre título. O tradicional e conhecido produto foi lançado oficialmente em 1944, para substituir o leite Molico, com o nome de Leite em Pó Integral Ninho. Alguns registros indicam que a produção de Ninho Integral teve inicio em 1928 na fábrica de Araras. Com o fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, a carência de bens de consumo era grande, e a fabricação de um leite em pó de qualidade e de conservação prolongada, como o recém criado Ninho, foi bem-vinda. Nesse ano a Nestlé publicava em seus anúncios: Não entre na fila! Para quem usa Ninho, não existe o problema do leite. Nem filas, nem receio quanto à qualidade, nem imprevistos. Com 4% mais de gordura que o Molíco, o Ninho Integral teve excelente aceitação pelo mercado e sua demanda crescia a cada ano. Por esta razão, entre outras, foram construídas sucessivamente as fábricas de Araraquara (São Paulo) em 1946, Porto Ferreira (São Paulo) em 1952 e, em 1958 a unidade de Três Corações (MG). Passados mais alguns anos, foi desenvolvido o processo de obtenção do leite em pó instantâneo e, em 1965, a Nestlé lançava o seu Ninho Instantâneo. As fábricas de Araçatuba (São Paulo) inaugurada em 1963 e de Ibiá (Minas Gerais) em 1964 estavam adequadas tecnologicamente para a fabricação desse novo leite e puderam, também, responder ao crescente aumento de consumo. A introdução dos instantâneos determinou grande transformação na estrutura do mercado dos leites em pó. O leite tradicional manteve sua imagem extremamente ligada à alimentação dos lactentes. Já os leites instantâneos assumiram a imagem de produtos menos adequados à alimentação infantil, assemelhando-se ao leite fresco e, conseqüentemente, mais indicados para adultos. Em qualquer situação, durante todos esses anos (mais de 70), Ninho foi capaz de acompanhar a modernização na estrutura familiar brasileira sem perder seu foco. Por essa razão, a marca tem sido associada ao Leite em pó Integral direcionado a crianças a partir de 1 ano de idade. Em 1993 a marca começou a lançar novos produtos em categorias diferentes como o Petit Suisse Ninho Soleil, seguido do Ninho Crescimento com Pébio 1 em 2002 e a linha Ninho Fases, para cada fase de crescimento da criança, no ano de 2003, com as versões Ninho Fase 1+, Ninho Fase 3+ e Ninho Fase 6+.
Comentário: essa é mais uma marca de sucesso, sua credibilidade foi construída com qualidade do produto e propaganda, o que resultou nessa credibilidade que a marca tem hoje. Quando pensamos em Leite em pó, pensamos Leite Ninho.
Os outros produtos, como o Petit Suisse Ninho Soleil, caiu no gosto da criançada, o Mascote,um Solzinho animado e colorido, garante a interatividade com a molecada, além dos brindes que geralmente acompanham essa linha, e que seduzem esses "consumidores indiretos".
Essa sedução ao público infantil é formidável. Quem nunca foi vítima de uma chantagem infantil?
A criança gritando, chorando, chorando, dizendo que quer aquela marca. porque vem com um boneco, um carrinho e etc...
E essa arma de sedução, o brinde, dá resultado, pois o público infantil é um consumidor de gande potencial, o que faz as vendas crescerem cada vez mais.
Vagner Santos
Case LEITE NINHO. Tentei editar mas, não consegui.
Crianças da parmalat
as crianças fantasiadas de animais nos comerciais da parmalat foram um fenômeno na propaganda brasileira. A utilização de crianças como arma de sedução para conquistar novos clientes foi um artificio interessante pois tanto as mães como os filhos sentiam-se atraídos por aquele comercial. O comercial chamava a atenção pelo lado emocional e carismático, porém não era apelativo.
O sucesso foi imediato e durou por muito tempo, tanto que anos mais tarde, com as crianças daquele comercial já adultos e adolescentes, uma outra versão do comercial dos animais da parmalat foi gravada.
Essa campanha teve muito sucesso ao meu ver pois soube usar muito bem o lado emocional das pessoas.
Duda minha postagem, está na pagina principal do blog da turma.
Espero que agrade!
Criação minha, por meio de uma Agência em que trabalhei!
Abraço...
Bom meu comentário baseia-se no case das Bicicleta Caloi. Na década de 70 e 80 era a mais forte marca existente no mercado. Eles utilizavam-se da massificação do slogan e marca com a mitica frase: Não esqueça a minha Caloi.
A idéia era simples e com certeza marcante. Além de vídeos vinculados em TV ainda eram utilizados anuncios em Revistas em Quadrinhos, onde durante uma campanha simplesmente eram colocados pequenos recortes com a frase citada acima.
Assim simplesmente as crianças poderiam colocar os bilhetes nos locais mais "sugestivos" e fáceis de serem encontrados para assim serem premiados com a bicicleta.
Abraixo o link com um dos vídeos:
[http://www.youtube.com/watch?v=rKYjC621jhw&feature=related]
A minha Case é sobre a propaganda do refrigerante Sukita que a Brahma pegando carona no sucesso do refrigerante Fanta (produto Coca-cola), lançou a Sukita em 1976, como objetivo de satisfazer o público infanto-juvenil. Sem muito êxito no seu própósito, ela volta ao mercado em 1999, com um visual novo voltada para os jovens e com a capanha do "Tio" e com o Slogan "Quem bebe Sukita não engole qualquer coisa".
O sucesso publicitário foi tanto que emplacou o ano de 2000 na boca e na cabeça do povo, tornando o casal publicitário mais popular do mercado publicitário, tendo como atores "O Tio" (Roberto Arduim) e a vizinha adolescente (Michelly Marchri).
A campanha foi criada pela agência publicitária Carillo, Pastore, e fez tanto sucesso que originou outros filmes comerciais dando continuidade ao primeiro.
A publicidade do mercado varejista tem que abusar da criatividade, pois, este seguimento tem publico alvo dos mais variados para o mesmo produto. Deve, portanto conseguir ali-nhar uma linguagem simples com a sofisticação da imagem e demais composição da peça, a fim de atrair a atenção de um consumidor exigente que tem à sua disposição produtos si-milares com ofertas tentadoras.
Foi nisso que apostou a Nova Schin quando resolveu deixar para trás condição de ser apenas mais um no mercado e investiu no seu marketing de forma mais incisiva. Usando uma única palavra “EXPERIMENTA”, como carro chefe, revolucionou o mercado, - fazendo crescer seu produto quase 50% em dois meses - a ponto de provocar processos inéditos pelos concorrentes para que a sua campanha saísse do ar.
A C&A já era líder no Brasil e passou por um processo de 5 anos de revisão de estrutura de produtos, mudança em lay-out de lojas, posicionamento, desenvolvimento e exposição por estilos de vida, incorporação de informação de moda e precisava de um testemunhal forte para levar as pessoas a experimentar uma nova C&A que muitos desconheciam. Toda a estratégia de marketing da C&A converge para o posicionamento escolhido, a partir da política de compras e atmosfera das lojas. Mas a propaganda cumpre um papel importante na fixação da imagem da marca C&A. Ao longo dos anos, muitas de suas campanhas criaram novos padrões na comunicação de varejo, sempre com o objetivo de apresentar a C&A como lançadora de modas. O sucesso alcançado é ainda mais notável quando se sabe que as grandes
grifes do mundo da moda não estão à venda nas lojas da C&A. Mas as tendências, que são determinadas
pelos estilistas importantes do mundo, estão.
Ponto para Gisele Bündchen.
“Caminhamos para um universo em que cada vez mais as pessoas fazem a escolha da mídia que desejam. Elas não querem mais sentar para assistir um filme e serem interrompidas por uma propaganda que não tem nada a ver com o objetivo delas naquele momento. Isso interrompe e incomoda. Neste cenário, o entretenimento é um forte aliado” – Luca Cavalcanti.
Sob este olhar estabeleceu-se, em 2006, a parceria entre o Bradesco e o Cirque du Soleil para patrocinar a vinda do primeiro espetáculo do circo ao Brasil, o Saltimbanco.
Mas, diferentemente do que acontece na maioria dos patrocínios, o Bradesco não se limitou apenas a ceder recursos
para ter seu nome mencionado em espaços delimitados. Ele entrou no universo do Cirque.
A partir de uma analogia entre os valores do Cirque du Solei e a força e a experiência da marca Bradesco, chegou-se a um conjunto de elementos que estiveram por trás de toda a comunicação realizada no período.
A campanha publicitária desenvolvida na ocasião pela Neogama BBH e supervisionada por Ângela Pellicer, Gerente de Marketing Institucional do banco, sem perder de vista o conceito do completo, teve o objetivo de reforçar a imagem institucional e elevar a percepção de qualidade de serviço, atendimento e produtos do banco de uma forma lúdica, sem interromper
o entretenimento.
SUBMARINO
A excelência na área de operações, responsável por todo o processamento da venda ao
consumidor e pelo controle de reposição e estoque, foi um dos fatores que elevaram o
Submarino à liderança no segmento. “A montagem da área de operações foi um trabalho
árduo e envolveu investimentos em pessoas, procedimentos e sistemas. O grande desafio
foi reduzir o prazo médio de envio dos pedidos para o cliente, de aproximadamente 10 dias
em fins de 1999, para menos de um dia ao final de 2000”, lembra Jansen.
O barco, porém, não se move sozinho. Para alcançar esse resultado, a estrutura do modelo
de negócios foi alterada para trabalhar com estoque próprio da maior parte dos itens
vendidos, com operação seis dias por semana, 24 horas por dia, com processamento de
pedidos dia e noite e com a construção de depósito próprio.
Além disso, contou também o fato de o Submarino, ano após ano, adicionar ao seu portfólio
de produtos brinquedos, informática, eletrônicos, telefonia, artigos de hobby & lazer, cine &
1
foto, eletrodomésticos, utilidades domésticas, beleza & saúde, bebes, cama, mesa e banho,
entre um cem número de produtos parcelados em até 12 vezes e obtidos de mais de 1.200
fornecedores. O resultado são quatro milhões de clientes cadastrados, lucro líquido de R$
18,7 milhões em 2005, 192% maior que 2004 e um tíquete médio de R$ 222,00.
TIGRE
Com a urbanização do Brasil e o surgimento das cidade entre os anos 1950 e 1960, a Tigre criou a consciência sobre tubos e conexões de plástico através de confiabilidade e segurança durante a verticalização das cidades. Neste período a Tigre esteve lado a lado com a construção civil e agregou valores como tradição e simplicidade aos tubos e conexões feitos de plástico.
Acompanhando o crescimento da construção civil a partir da revolução industrial, a Tigre construiu duas fábricas e investiu em atualização da marca e estratégia de crescimento, direcionado ao seu mercado principal, o Brasil. Assim como na época da urbanização, a empresa hoje também aproveita o bom momento vivido pelo setor imobiliário. “Quem compra uma casa nova quer também uma geladeira nova, uma TV, cama, sofá, etc. Este setor estimula cerca de 7 mil itens, como marceneiro, pedreiro, entre outros”, explica.
Além de inovar no segmento de tubos e conexões com um produto feito á base de plástico, a Tigre criou o primeiro comercial na TV nos anos 1970, sobre tubo em PVC usando um personagem, o Zeca Diabo. A campanha foi responsável pelo aumento da lembrança da marca Tigre entre os consumidores através de uma linha de comunicação com o mote ‘Com a tigre dá certo. Sem Tigre você está fazendo algo errado’. “Nossa metodologia de trabalhar a marca parte do princípio que em ano bom ou ruim nós vamos alimentar nossa marca. Mais do que uma campanha, isto é uma decisão de investir na marca”, afirma Coni.
Após o sucesso da campanha com o personagem Zeca Diabo, que era ligado à uma novela da época, a empresa amadureceu naturalmente. Após a inauguração na TV, entrou no ar uma campanha mais longa que a primeira, chamada Ted Tigre, que era vista como um seriado, ou uma historinha em que havia ainda a Joana D’água, um personagem secundário. Esta campanha também teve que ser atualizada após a mudança de papel da mulher nas famílias e no processo de decisão.
Recentemente, a Tigre veicula a campanha que aconselha os consumidores à fugirem do mico. A idéia é trazer modernidade, com uma expressão usada no cotidiano por pessoas de diferentes classes sociais, em todo o Brasil.
“Pepsi Twist. Todo o sabor de Pepsi com um toque de limão.”
A campanha da Pepsi Twist sem dúvida foi um sucesso devido à criatividade e o tom de humor, teve um bom posicionamento e estratégia para a ativação da marca. A dupla de limões loucos que sempre estavam em situações cômicas e se deliciando com a Pepsi Twist, sendo que um dos limões tenta colocar o outro em situações embaraçosas e engraçadas, mostrando a mistura de Pepsi com limão (o doce e o azedo). Os personagens animados tiveram uma boa repercussão, posteriormente usados em uma promoção de trocas de tampinhas por ursos de pelúcia. Os ursinhos dos limões também foram bastante utilizados nos “combos” (refrigerante + pipoca) nos cinemas que eram pontos de venda da Pepsi, assim incentivando a compra. O sucesso foi tão grande que a campanha de foco nacional acabou sendo utilizada pela Pepsi americana. Dando continuidade a linha Pepsi com limão, a marca lança Pepsi Twistão, uma edição limitada de Pepsi Twist. A campanha mantém a linha de humor dos limõezinhos. Porém, eles ganham um amigo: um simpático “limãozão”. A inovação da marca resulta em uma excelente resposta do consumidor.
Obs: Imagens e vídeo da campanha postadas no blog.
Monique Reis
Case a febre dos bichos
A campanha dos mamíferos é uma das mais queridas de todos os tempos. Conquistou o Brasil inteiro: em dois anos de promoção a Parmalat entregou 15 milhões de bichinhos de pelúcia. Dez anos após a criação dos primeiros filmes pela DM9DDB, com direção de Ricardo Gordo Carvalho, os filmes dos mamíferos ainda estão na lista dos comerciais mais lembrados. Frases como "Trate seus bichinhos com amor e Parmalat" ou "Porque somos todos mamíferos" também estão na categoria inesquecíveis. Você lembra-se dos bichinhos Parmalat comandada pelo jogador de futebol Ronaldinho?
A marca também utilizou anúncios de oportunidade. Em uma peça, uma criança com fantasia de golfinho homenageava o medalhista Gustavo Borges (natação) com a assinatura da marca "Parmalat. Amor pelo Brasil”. Em 2001, a marca tentou substituir os mamíferos por crianças fantasiadas com letras do alfabeto ("O melhor de A a Z. Parmalat é mais leite") para dissociar a imagem da bebida à dos pequenos filhotes. Mas os mamíferos resistiram e voltam, agora, crescidos, assim como a família Parmalat Premium que representam 10% do mercado e é o segmento que mais cresce. A música da nova fase conta como espicharam. O filme é finalizado com o gambá fazendo a mesma pergunta para a gata: "Tomou?". A mamífera responde: "Ôoooo"?SS.
Os novos concorrentes da Globo
Os grandes varejistas criam suas próprias redes de TV para aumentar as vendas -- e ganhar com anúncios
É difícil imaginar que o consumidor saia de casa para assistir à televisão em um supermercado. Mas é exatamente nisso que grandes varejistas, como Carrefour e Wal-Mart, acreditam com fervor cada vez maior. O negócio das redes de varejo continua a ser a construção de uma ponte entre os fabricantes e o consumidor final. Mas, hoje, em meio às gôndolas de molho de tomate, detergente e sabão em pó de lojas do Carrefour e do Wal-Mart, encontram-se telas de 40 polegadas que transmitem programas, notícias e, sobretudo, anúncios de produtos oferecidos a poucos passos de distância. Trata-se de mais uma prova do poder exercido pelo ponto-de-venda. Pesquisas apontam que 75% das decisões de compra são tomadas dentro da loja. Apoiados nelas, os varejistas tentam com seus canais exclusivos convencer o cliente a comprar algo que está fora de sua lista de supermercado. Eles descobriram, também, que poderiam unir o útil ao agradável e, assim, transformaram suas TVs de ponto-de-venda numa fonte extra de renda, com a venda dos anúncios para seus fornecedores. Essas miniemissoras são montadas em parceria com empresas especializadas, responsáveis pela tecnologia de transmissão, produção dos programas e venda dos anúncios. O varejista entra com a instalação dos aparelhos e a carteira de fornecedores como potenciais anunciantes e, em troca, recebe parte da receita publicitária -- valor que, no Brasil, fica em torno de 15% da receita total. Tanto o Carrefour quanto o Wal-Mart não divulgam dados, mas estima-se que projetos como os implantados pelas duas redes tenham potencial de alcançar uma receita anual de 70 milhões de reais.
"revista exame" 03/04/2008
"A cada dia as agencias de publicidades acreditam mais nas propagandas de varejo, onde hoje representa maior parte das suas receitas mensais desbancando as campanhas institucionais entre outras, acredito que isso se dar ao grande numero de varejistas e suas
buscas incansaveis para bater a concorrencia sempre dando o melhor preço melhor prazo e cada vez mais investindo rios de dinheiro no seu setor de makerting, as vezes criando ate pequenas agências dentro da sua empresa de varejo"
Vitor Mendonça 03/06/2008
Significa que existe uma necessidade de mercado para se divulgar produtos e serviços.
O lojista de varejo precisa das empresas de propaganda para divulgar suas vantagens e seus pontos fortes. A empresa que não divulga por nenhuma mídia seus produtos estão em desvantagens com suas concorrentes que o fazem.
A linha de mídia comercial tem que estar sempre em função de inovações e idéias que abram o leque de opções de uma empresa. Um exemplo de propaganda que esta enfraquecendo é de colocar mulher peituda de barriguinha de fora, quase todas as grandes empresas apelavam para isso e agora perceberam que as vezes mais vale a criatividade.
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